🎯 #22 - Os vencedores do Super Bowl e a verdade sobre a Guerra da Ucrânia | 5 minutos de Marketing | Triber Newsletter

02 March 2023

Code
Design
Marketing

TL;DR:

  • Fevereiro é mês de Super Bowl e estes foram, a nosso ver, os grandes vencedores.
  • A Guerra da Ucrânia fez um ano e continua a lutar-se pela ser pela verdade.
  • O Pedro Girão, CEO e cofundador da Triber foi convidado especial no Warm Up do Atualiza-te.

Os vencedores do Super Bowl.

Como já era esperado, fevereiro foi mês de Super Bowl. Mais um que contou com super-produções de marcas como a T-Mobile, Doritos e Pepsi. A Netflix e a General Motors juntaram-se para otimizarem o tempo de ecrã. Outras marcas optaram por uma abordagem mais simples, como a Dunkin’ e a M&M’s. Até houve quem aproveitasse para pregar uma partida aos fãs de futebol americano:

E claro que antes do jogo já havia quem tentasse dar a volta sem entrar com um anúncio custoso ao intervalo:

@khaby.lame Win a chance to be in a TikTok with me! All you have to do is 1) guess how many times "State Farm Stadium" could be mentioned during the Big Game in the comments below and 2) follow @jakefromstatefarm to find out who wins! #statefarmstadiumchallenge Rules: st8.fm/bgrules #Ad ♬ original sound - Khabane lame

Mas, para muitas pessoas, a marca que mais ganhou com este Super Bowl foi, inesperadamente, a de Rihanna. Os artistas que atuam no espetáculo do evento não são pagos, por isso a cantora arranjou uma forma de ganhar mais do que exposição perante os mais de 100 milhões de espetadores. Como? Maquilhando-se com a sua marca de cosméticos, Fenty Beauty, durante a performance:

Quando decidiu usar o Invisimatte Blotting Powder, o Google registou um aumento estrondoso de 883% de pesquisas pela marca. E, de acordo com a Launchmetrics, nas 12 horas que se seguiram a estrela pop gerou 88 milhões em media impact value, uma medida que analisa o impacto quantitativo e qualitativo de uma ação na imagem da marca.

🎯Go Big or… Go Creative? Há várias abordagens possíveis quando falamos de publicidade. Como podemos ver, nem sempre é “Go Big or Go Home”. Este ano houve marcas com super-produções, mas muitas outras foram obrigadas a serem criativas. Ou ao dividirem tempo de ecrã, ou criando táticas de gamification, ou simplesmente mostrando o produto durante 3 segundos no meio de uma performance.

A verdade sobre a guerra na Ucrânia.

A 22 de fevereiro de 2022, escalava a tensão entre a Rússia e a Ucrânia, atingindo proporções que já não eram vistas na Europa há décadas. Num país onde o acesso à informação está cada vez mais limitado, com imprensa estrangeira, Google e a maior parte das redes sociais bloqueadas pelo regime de Putin, havia uma plataforma que se mantinha aberta: a Wikipedia.

E essa foi a ferramenta usada na guerra pela verdade:

Pela primeira vez na História, os editores de todo mundo uniram-se pela mesma causa. A de editar as páginas russas com o intuito de contar a verdade aos cidadãos do país sobre a invasão.

🎯 A criatividade pode começar nas restrições. Ao contrário do que as pessoas possam pensar, a criatividade não está limitada pelos recursos ou pelas restrições. Muitas vezes, são elas que criam a caixa da qual podemos sair. Neste caso, a Ukrainian Witness decidiu combater a guerra da verdade na plataforma com mais alcance e flexibilidade, dentro do possível.

🎯 Pela causa certa, as comunidades fazem milagres. Neste caso, o objetivo não era vender nem comprar, mas como qualquer campanha de comunicação, tinha um objetivo a cumprir. E, para o atingir, precisou da ajuda de editores de todo o mundo, que deram tudo de si para ajudar. A prova de que o propósito é uma vertente fundamental de qualquer campanha.

Novidades Rápidas

Queres fazer esta

viagem connosco?

Vamos Começar